sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Um nada.
Vazio, todo um papel branco.
Nem linhas tem.
É vazio.
Peguei uma régua e uma caneta preta.
Fiz linhas.
Vazio.
Ainda é vazio.
Escrevi no papel branco.
Continua um nada.
Não há nada no papel.
É um lugar ermo.
Esquisito.
Vazio.
Aparentemente o papel tornou-se
preto e branco.
Mas pra mim não enxergo nada.
Ele é sem cor.
Descolorido.
Peguei outra caneta, de outra cor.
Temos três cores no papel.
Mas continua branco pra mim.
Um oco.
Um medo de se mostrar em cor.
Acho que sou eu.
Mostrei pra alguém.
E ela disse:
"-Essa cores existem;Sua cor que está meio apagada."
Vazia.
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