segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Gordurosa.

Algo saliente, sabe?
Chega, escorrega nervosamente.
Chega e incomoda, é oleosa, muitos poros abertos.
Faz brinde e festeja, hora se fecha, e pensa muito.

Algo que é bom, mas faz mal em excesso.
É cheia de ais, nunca se contenta, mal do ser humano.
Parece bicho, mas é gente.

Algo crocante, mas indigesto.
Não se comporta bem, sempre
cutuca, retruca, machuca.

Se mexe muito, às vezes é estatua.
Gosta de estar ali, ser vista, mesmo
quieta, sai pela rua de forma indiscreta.

É poesia, hora é uma panela de pressão
Sai pela rua como um furacão
De andar rápido e sagaz
Não sabe muito bem o que faz
Respeita vontades de si.
Depois se perde quando ri.

Inconsequente, às vezes muito gulosa
Se esconde do mundo pra
tomar nova  postura
O mundo instiga essa sua gordura
É dura, mas nunca fria.
Arredia.
Troca sempre noite pelo dia.

Gosta de espaço pra se diluir
Não gosta que mandem nela
Ou que a venham proibir
Ofende a si mesma
Quando injeta trans
Transfere energia mesmo quando
está sã.

É desatinada , arromba lugares
Embriaga desejos desses
bêbados alheios
Morre e mata pra ter devaneios

Pessimismo, otimismo picado
Em primeiro lugar hedonismo
acelerado

Fogosa, as vezes poesia, prosa.
Tem muita saliência, gordurosa.

2 comentários:

  1. São demais os perigos dessa vida.
    Inventa cada carícias.
    Não pense q seja assim.
    Simples ao vento do entardecer.
    a lua mansa de final de lida.
    a serenata de fazer valer.
    se ela soubesse com é bom morrer de amor.
    se ela soubesse q esse turbilhão é fonte de inspiração.
    Amigos meus, eu digo q a hora chegou.
    estasiado entendo q o mal dominou.
    O coração dos aflitos q pulsa, os inquietos q deleitam.
    Sistemico é mesmo o amor.Agudo.Obtuso.reto
    Displandecente outorgado. papel passado.Presente
    penso no futuro. vivo o obscuro.
    moral só pra vender. Distancia pra consumir. pecado pra proibir.
    porém amor, não esse nao é de sentir.
    Rasgue a camisa, a roupa e os sonhos.
    Só não se esqueça q amar não é tudo.
    Não desapareça.
    O q passa as vezes fica.
    Pousar com a pluma de moraes
    é simplesmete pensar carnaval.
    Com tantos desalentos, melhor q viver é vivenciar os amar demais, simplesmente por uma opção de vida, opção de morte. Escolhas são sempre suas.Nuas.Cruas.
    Opção: escolha a sua opinião.
    é se desentendendo q agente se diverte. se entendendo a gente fica inerte.

    ResponderExcluir