- Vai pelo pescoço, bem assim, próximo a nuca, aham. Agora para. Se afasta, deixa eu te olhar, faz aquela cara. Isso, mostre-me os dentes, babe neles, sim, deixe cair. Sem pressa faça algum exercício. Não poderia ter escolhido outro melhor.
- Eu quero suor, malhe, força, mas com cuidado. Perfeito.
-Gosto do suor, posso provar?
- Uma mescla, não está tão salgado, picante.
- Não encoste em mim, só me provoque. Quero ver se é capaz.
- Me passe a língua com delicadeza bem no ouvido, susurra baixo, produza um som gostoso, um pouquinho nervoso. Ai, hum...
- Agora crava teus dentes em minhas costas, e arranhe ai atrás levemente. Aham, isso.
- Monta em cima de mim bem ferozmente, não preciso te pedir caras e bocas, as suas estão seguindo um roteiro deliciosamente próprio.
- Me faça rir com cócegas com álcool natural. Meus dentes demonstram força. Quero usá-los também.
- Sim, bem aí.
- Estou pondo mais cor em você, e você em troca mais vida em mim.
- Deixa eu abrir a cortina, o sol ajuda nesse exercício, dá mais cor ainda, viço.
- Me empurra, agora me puxa, me empurra, agora me puxa.
-Suave, devagarinho, subitamente, devagarinho, subitamente.
- Deixa eu dançr em você?
- Eu sei que quer, que sorriso de sim.
- Aham, valsinha ?
- Não, sambinha?
- Bossa, me perco, me embalo, me prendo.
- Elite, favela, donzela, nobreza, plebléia. Tudo gosta.
- Sei, que sim, hahaha.
- Você também, me mecaniza, me paraliza, faz, faz, não para, não para, não para.
- Parou?
- Foi.
- Sem graça, e eu?
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
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Não saquei se o lance é safado ou romântico, mas gostei, equilibrado, bem equilibrado e cheio de balanço!
ResponderExcluirbeijo
see ya