Agora deitada em abismos que construi
Me sinto aliviada
Não me pergunto porque o fiz
Sei que me sinto molhada
Foi o que sempre quis
Gozar e ser gozada.
Não sei explicar o porquê
de ser tão despreparada
A uma vida tão cheia de regras
Que me induz a ser tão errada
Eu sei que gosto do gozo
Da vida que eu crio pra mim
Não sei descrever o quanto é bom
Só sei que não é ruim
Ser eu como quero ser
Rompendo impostos de impostos
Olhares
A minha vida é uma só,
abuso do poder que possuo
À minha vida me prostituo
E nem cobro dela
Quem me cobra são vidas alheias
Que vivem vidas amarelas.
terça-feira, 4 de maio de 2010
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