quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Olhos de mar? Nem percebi.

Fazer questão por olhos azuis ?


Nem faço não.

Questão eu faço mesmo é por sua canção

Mas se tem olhos de mar, que mal pode ter?

É tão bom se afogar calado ali, pra ninguém socorrer.



É homem que todos desejam, desejo da coletividade

Ata-me, homem poeta !
Quero fazer amor com tua poesia!

É exaltação da alma que vem de dentro
e me sacia.



Até homem quer este homem ,
Não é questão de modernidade

Sublime ele é , some desejo de virilidade

Gênio , genioso, quanta capacidade!



Daquela mocidade

Em tempos de revolução

Era decretada morte

Liberdade rendida a mãos.



Coqueiro velho declamava
em versos o que humano sentia

Calado, dizia cálice

Pra dizer que mesmo calado insistia.





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