Eu provoquei toda uma inércia.
Ando sempre curiosa e observadora.
As vezes gosto do que vou atrás.
Dei um passo a frente e ele o seguiu
Olhou para mim e não sorriu não
Veio todo preponderante como
Se quisesse me fazer ter armaduras
Conseguiu
Mostrei um mundo tão diferente
Que ele se abriu e até teve que se cobrir.
Mas depois só com os pés descobertos
Veio de fininho me mostrar a sua cor
E eram tantas
Não cabia no meu céu cinza
Mas ele insistia que tudo que eu
Procurei eu acabava de encontrar
E aos poucos eu fui pintando meu céu
Mas porque era impossível não se
Consumir de cor com aquela presença
Hoje em dia fazemos trocas
E ele usa essas cores em desenhos
Eu o inspiro, ele me diz
E cria tanto
Tanto que a criação nem existe
Mas ele cada dia me convece
Que sim.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
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