E diante daquele vazio de argumentos, escrevi-lhe um poeminha barato. Eu não sabia responder a tudo aquilo que não fazia parte de mim, eu só sabia responder o quanto aquilo não fazia parte de mim.
Fugia de minhas vontades, fugia da minha vida e de todo romance que proponho a ela.
Eu sei que fui fraca e pouca malícia eu tive.
Mas nem pra ser malandra para o que não é do meu conceito eu sei ser. Só domino as coisas que sinto, o que não sinto, é como se nunca existisse.
Nua.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
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