Todos os dias eu saio inculóme dos absurdos da vida, e apenas por estar viva ainda, me considero abençoada. Eu tenho andado atenta demais ao que me cerca. Muita coisa não me importo mais e comecei a dar importância a outras coisas que antes eram alheias ao meu conceito.
Não vejo mais tanta graça no que posso vir a representar, hoje em dia a luta íntrinseca é tão árdua, que me torno egoísta porque a única coisa que quero mesmo é ser feliz, e confesso que não sei. Sendo feliz, acredito que não tem como ser tão ego, repartirei tudo que construi ao me desconstruir. É necessário reformas e se fechar pra balanço. Viver a vida infelizmente não é ir a festas e ter que presenciar aquela disputa de egos; no outro dia é aquele peso de cabeça combinado com estomâgo, aparência suja e fraca. A vida pode ser tantas coisas quanto o ser humano. Sou esponja e absorvo restos e banquetes tudo em demasia, é confusão, é aflição e agonia. Eu queria me lembrar da última vez que realmente me senti tranquila e confesso que não me lembro.
sábado, 20 de novembro de 2010
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