Rompante doidivano do fascínio , no instante sólido, lúdico e ansioso.
Do momento do gosto, do vivido querido, do querer implicante.
O proibido.
O obsceno santo, o puro, o natural.
Não, não é erro, nem acerto.
Apenas meu deleite, meu regalo.
Meu fantástico fado.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
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